"Certamente, falarei muito e falarei pouco.
Talvez haja inconclusões e se assim for, peço perdão.
É algo complexo o bastante que mexe com muitas coisas.
De discussões em discussões, reflito para chegar a certas conclusões sobre mim.
Em muitas destas discussões, uma palavra sempre se impõe no fim.
Dinheiro.
Tal esse que muda pensamentos, compra coisas e tudo mais.
Vivemos numa sociedade consumista.
E temos que aprender a sobreviver com isso.
Consumismo chega a tanto que, chega-se ao ponto de 'consumir' alguém.
Dinheiro esse que tanto pode ajudar como corromper.
A culpa não é do capitalismo e a solução não é o socialismo.
Somos nós homens os culpados disso tudo.
Qualquer 'ismo' que exista, haverão aqueles que se corromperão e prejudicarão o sistema.
E então eu pergunto, 'Até que ponto você se deixa corromper?'
'Nunca', diria eu.
Claro, o puro e imaculado rapaz que jamais será corrompido.
'Nunca' eu diria novamente.
Não prevemos o dia de amanhã.
Eu acho terrível aqueles que tem como objetivo maior, 'ter dinheiro'.
Ou pior, relegar emoções ou sentimentos por outras devido a um 'incentivo financeiro'.
De fato, não me venderia por qualquer motivo.
Há de ser algo de extrema importância e nenhuma vez por alguma futilidade.
Concordo quando disseram a mim .. "Mas se seu filho..."
Essas são as tais exceções.
Quando as atitudes couberem somente ao meu mundo, tenho certeza que não me deixaria levar.
Entretanto, se essas atitudes influirem no mundo de outra pessoa querida a mim, certamente eu pensaria a respeito.
Isso tudo é o mínimo que a 'loucura' do dinheiro nos proporciona.
Sem contar no famoso preconceito que ele nos fornece.
De fato, o capitalismo prega que você ganhe aquilo que você trabalha.
Logo, de certa forma, não há erro nessa idéia.
Simplificando, você ganha o que você faz.
Somos 'escravos pagos'.
Outros dirão que 'muitos ganham pouco e poucos ganham muito'.
Eu perguntaria a você, porque?
Porque eles ganham muito?
Não pense na idéia final ou no fato de estar lá em si.
Imagine a trajetória percorrida pra se chegar a tal ponto.
Certamente, houve alguma história por trás disso tudo.
E não se pode negar isso.
É um fardo e um fato.
Cada homem, faz a sua história e corre atrás dos seus objetivos.
Nunca julgue um como o todo até porque o todo é a junção da semelhança de uns.
Enfim, sou um como alguns todos.
Um humano com sonhos, verdades e uma grande parcela de honra e vergonha na cara.
Tenho minha vontade de adquirir as minhas coisas, ter minhas economias.
Todavia o que me chateia é o modo como as coisas giram em torno dessa palavra 'dinheiro'.
E talvez você, certamente, se assustaria quando me visse dizendo 'Eu odeio dinheiro'.
Chamaria-me de louco, falso e mentiroso.
Mas quando se fala em dinheiro, é dificil que haja verdades senão uma verdadeira hipocrisia."
nuss, muito, foda, adorei essa parte "Enfim, sou um como alguns todos.
ResponderExcluirUm humano com sonhos, verdades e uma grande parcela de honra e vergonha na cara."
Brother...
ResponderExcluirmuito bom mesmo...
infelizmente ou felizmente...
temos que ter esse tal "dinheiro"
para nossa propria sobrevivencia...
mais com certeza não precisamos nos corromper
para o tal feito...
abraço