domingo, 29 de agosto de 2010

Brilho de uma Lua.

"Inerte à maneira que a vida me leva, caminhava sem disposição.
Passavam-se os dias, passavam-se as noites em meio a tanta solidão.
Dos poucos papos, sempre lhe disse da minha recente falta de inspiração.
E de tempos para cá, presente em um, você mudou, mesmo que rapidamente, a minha percepção.
Tudo vem de dias atrás com cenas até então hilariantes.
Em meio a isso, eu reparei uma menina de mente brilhante.
Ali enfim prometi que depois, iria escrever.
Foi simples e repentino esse texto que inclui você.
Das duas estrelas, uma delas eu te disse que era alguém e que eu ia te dizer.
Mal sabia que desde o início, essa estrela era você.
Dias se foram quando então, nos reencontramos.
Certo de que eu lhe daria a estrela de outros encantos.
Eu não sei ao certo, nem muito bem o que dizer.
Mas encuquei ao ver seus olhos, esses olhos vindos de você.
Eu olhava e olhava e permanecia sem saber o que fazer.
Eu percebia, recolhia e suportava essa pressão que me deixava a mercê.
Nas entrelinhas, vi uma Lua tentando se espairecer.
Naquele céu denso e enevoado que encobria o acontecer.
De vez em tantos eu, enfim, pude perceber.
Que você fez, daquela Lua, um brilho resplandecer."

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