"Diante do inóspito, seguia displicente.
Faltava o simples, o básico, o ausente.
E do precipício, fiquei rente.
Soltei vozes unilateralmente.
Que ecoou pelos quatro cantos, mundialmente.
Acertando em cheio o inerente.E o retorno causou-me uma enchente.
Meu corpo frio jorrava água corrente.
Descongelando-se do mal, eu respirava, lentamente.
Dei um passo atrás, almejando dois à frente.
Retesado, esperei sua voz, suas palavras, novamente.
E com elas, vieram mais calor ao corpo gelado de alma inocente.
Cada sentimento exposto seu é para mim, um Sol nascente.
Flores sorriem e os pássaros cantam; todos de forma eloquente.
Ajudando-me a trilhar a virtuosa historia da gente.
Não pare, nem por um segundo ou talvez de repente.
Pois em cada instante eu espero seu amor, meu presente."
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