"O príncipe destinado circundava enfim o castelo.
A princesa, do alto, o agraciava, olhando-o com muito esmero.
Passou os olhos por ela enfim.
Ela sorriu, doce, com um que de querubim.
'Você é louco!?', risonha ela lhes disse.
O príncipe se retesou sob a suspeita de uma mesmice.
A princesa, do alto, o agraciava, olhando-o com muito esmero.
Passou os olhos por ela enfim.
Ela sorriu, doce, com um que de querubim.
'Você é louco!?', risonha ela lhes disse.
O príncipe se retesou sob a suspeita de uma mesmice.
De todo o nascimento àquele passo dado.
Daquele grão de areia provindo de um céu estrelado.
Onde dele nasceu o amor sob as ondas do mar sagrado.
Rememorou as palavras do Destino.
"Para o amor só há um caminho."
Ele sabia qual caminho escolher.
As estrelas estavam lá para dizer.
Os anjos sob o sol, num ponto a resplandecer.
Contos e histórias, todos sobre o quando se ver.
As fotografias criadas à noite ou no alvorecer.
E loucos são aqueles que têm tudo isso para crer.
Sorrindo, o príncipe se postou a responder.
"Seria louco se não quisesse te ver.
Seria louco se dissesse que não amo você." "

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