sexta-feira, 8 de março de 2013

Um dia.

Um dia.
Este fez um ano, que fica a um mês, tanto faz.
É fácil descrever o que esse dia tanto me traz.
Jaz em mim apenas a felicidade para escrever.
De todos os iniciais momentos, das virtudes em mim nascidas pelo se ver.
Não, eu não me importo com o que pensam os outros.
É como diziam, os outros são só os outros.
Por fim, de todas as maldades a nós atreladas, falemos do que é bom.
Relembrar as decisões tomadas, dias antes, ditando um tom.
Tom que soou no exato instante dentro da nossa pequena e aconchegante oca.
Como se já escrito e dessa vez cantado, saímos da toca.
Libertamo-nos em prol desta história.
Tantos virão para destroçar mas este dia será eternamente um dia de glória.
Desde então, infindáveis desafios foram sujeitados e ultrapassados.
A premissa é de mais espinhos e muito mais percalços.
Feridas serão abertas, esmiuçadas e cutucadas.
Restará crer no que cedemos e absorvemos além das bocas beijadas.
Para que a alma se esquente durante a noite fria.
Bastará lembrar o que se passou naquele dia.

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