"Uma tarde de Sol.
Um Céu limpo e azul.
Havia tido um sonho.
Sonho em que sonhar não morrera.
O telefone toca e com ele, sonhos.
Mais sonhos que você sonhou.
É, o sonho estava bem vivo.
Deles, semelhanças.
Neles, eu e você.
Mais do que sonhos, um convite.
Convite que levaria os sonhos à realidade.
Me dispus a acreditar.
Que tarde aquela!
Não preciso falar de beleza.
Nem do olhar.
São verdades que urgem no simples estar.
Na disposição do crer, houve muito o que dizer.
Tarde que vi, abracei, ouvi, mordi, ri, chorei e senti.
Horas em que percebi um renascer.
Minutos em que valeram dizer.
Perceber e falar 'Eu amo você'.
E de sustos e fotos, valeu a pena o caminhar.
Que aquela tarde de domingo, na memória vai estar."
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluir