"Desde pequeno, nos habituamos a sempre olhar o céu.
Nascemos, crescemos e vivemos debaixo deste véu.
Se da terra nascem plantas, do céu urgem trovões.
Ficamos atônitos e com medo diante todos os seus clarões.
Quando cá embaixo, nos esbaldamos nas águas do mar.
Quando lá em cima, os céus certas vezes vivem a chorar.
Ao diante disto, temos a certeza do infinito.
Seja um céu azul límpido ou um estrelado mais bonito.
Sabemos que aqui embaixo, tudo tem seu tempo até mesmo o mais moderno.
Nos céus, não há modernidade nem fim para aquilo que chamamos de eterno.
E lá estão as duas maiores casas da eternidade que o homem há presenciado.
É o Sol representando a força e a Lua, morada dos apaixonados.
À noite, junto da Lua estão pequenos pontos brilhantes.
E eu nomeio uma delas, como o meu diamante.
Cada pedra preciosa representam vontades inquebráveis.
Histórias que no céu, transformam sonhos em contos inenarráveis.
O céu é livre, pode apostar.
Qualquer um que se deixe levar está apto a voar.
Então, voe pelos céus mais lindos.
Encante-se, devaneie-se e por favor, volte sorrindo.
Talvez pairem dúvidas ao amanhecer.
Talvez seja o receio do acontecer.
Deixe as dúvidas de lado e ponha este sentimento no meu abrigo.
Não tenha medo, venha, voe comigo!"
Nenhum comentário:
Postar um comentário