domingo, 30 de janeiro de 2011

Ao acaso do Ocaso.

"Ocaso é tido como o final da tarde, início da noite.
É um momento de renovação.
Junto disso, toda renovação tem lá suas singularidades.
Coisas essas que demoram a fazer cair a ficha ou até precisam de mais tempo para que sejam absorvidas.
Nesta não foi diferente.
Imaginando-me num escuro sem fim, você ousou em ser a luz.
E quando eu queria andar sozinho, você teimou em querer me dar a mão.
Todavia, mesmo toda luz emanada gera uma sombra.
O receio da novidade traz a mim dúvidas recorrentes.
Particularidades que pessoalmente avistadas, podem quebrar até mesmo o diamante mais puro.
Essa força negativa que cresce pelo medo, por vezes se torna obsoleta diante da positiva.
É algo complicado de se formalizar.
É tudo estranho, muito novo.
Novidade essa que de estranha, apenas um gostar.
O tempo foi passando, e a cabeça matutando.
Um misto de coisas passam pela minha cabeça tentando entender.
Esse monte de fatos, essa história toda que deixamos acontecer.
Pode não ter nada como pode ter tudo.
Pode ser um vento forte ou uma brisa, eu ser um azarado ou um sortudo.
Assim, o tempo corre para certificar de que esta não é uma simples história.
Procurando certezas, um professor aparece de forma notória.
Ali vi o que os céus estavam dispostos a fazer.
Demonstrando fatos, juntando pessoas que inicialmente não teriam nada a ver.
Certas histórias se contadas tem tudo para ser um arraso.
E essa, pelo início, certamente um acaso do Ocaso.
Disso nasce um sonho que talvez não hei de terminar.
Basta apenas relaxar contando que o destino vai nos adjudicar.
Hoje e todos os dias me pergunto diversas vezes o que é que tem?
As respostas em todas elas é o quanto você tem me feito bem.
Ainda é muito cedo para ter o que dizer.
Mas de fato também pode ser tarde em te avisar que eu tenho um carinho grande por você."

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