Este começou diferente.
Este foi diferente.
Das maiores felicidades que em tempos eu hei de sentir.
Das maiores dores que me tiraram por instantes o simples prazer de sorrir.
Delas, a maior dor que eu pude ter.
Vá com Deus vovó, que o Céu cuide de você.
Tudo então saia conforme eu não sabia.
Até que pedi e argumentei que a felicidade era quem eu queria.
Tão logo foi pedido, tão logo aceito como num conto exagerado.
O beijo no shopping de um amor de indio num sonho encantado.
Pôs-se então, a maior felicidade que havia presenciado.
Dali foram arco-iris, sonhos malucos e visitas em dias inesperados.
Um destino que se mostrou forte por tudo o que havia se criado.
O beijo na praia, no meu aniversário e no fim de ano foram provas de que ele não estava errado.
Um ano que senti na pele tudo o que me foi passado.
Sentimentos distintos e todos estes cravados de modo exacerbado.
Amor, anjos, sonhos, sambas e testes com ajudas a quem precisava.
Bebidas, brigas, dores e lutas e um aprendizado dessa imensa jornada.
Então, eis que se termina de modo sutil e recorrente.
Sem entender nada, felicidade borbulhando e um futuro pela frente.
Não será fácil, nunca foi eu sei e nem quero que seja se assim puder escolher.
Dificil é sempre mais gostoso, enobrece a alma e é assim que deve ser.
Que venham os próximos 365 dias.
Nenhum comentário:
Postar um comentário