"No escuro, sem portas nem janelas.
Assim, vive um homem sem medo.
Já disse que o medo impõe certos limites.
E que limites são necessários para que cresçamos.
Um homem sem medo é como um carro sem freio.
Desgovernado, vai indo até parar num poste.
Quebrado, tenta se reconstituir.
Assim me vi.
Assim me vejo.
Assim não me verei.
De todo o mal, há sempre algo de bom a se colher.
O último mal, serviu pra acordar.
Não que estivesse dormindo.
Eu tinha a exata noção do que vinha acontecendo.
Mas não limitei-me.
O corajoso demais se estrepa por não saber os seus limites.
E apesar de saber os meus, não os impus.
E creio que só 'aprenderia' quando essa resposta fosse posta na minha cara.
Diz um velho ditado, o seguinte.
'O inteligente aprende errando. O sábio aprende com o erro dos outros.'
De fato, há um pouco de certo e errado neste ditado.
Obviamente, há certas situações que vemos e logo aprendemos.
Porém, com um fato extremamente não relevado.
A experiência.
Mesmo com seu pró e contra, a experiência torna o aprendizado mais contundente.
Com mais firmeza do que simplesmente a teoria.
Eu me via em certos casos, como alguém sem medo, como um carro sem freio.
E essa reposta incrustada na minha carne, ficará exposta na minha cara pra sempre.
Não há como voltar, não há como remover.
É hora de apenas, aprender."
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