quarta-feira, 30 de junho de 2010

Menina vulcão.

"Sinceramente, eu fui pego de surpresa.
Surpresa essa, que domina todo o ocorrido.
Se você pudesse parar e pensar, diria o mesmo.
Nada planejado anteriormente.
Tudo vivido momentaneamente.
Transcrever essa vivência, me leva ao calor das emoções.
Sendo assim, escrevo debaixo de um Sol.
A quentura aviva em mim, um pouco disso tudo.
E tudo começa, lá atrás, com dúvidas.
Das dúvidas, o momento em si.
Portas, carros, todos eles com história pra contar.
O tempo passou.
O que rolou, rolou e o que não rolou, talvez o tempo tivesse deixado para depois rolar.
As coisas foram se alinhando.
Conversas, apelidos e brincadeiras.
O tempo não para e assim, novos momentos vividos com suor.
A periculosidade esquentava mais e mais.
Com isso, as coisas iam se criando por si só.
E elas, ocorrendo com uma certa naturalidade.
O tempo veio e deu uma gelada nas coisas.
Uma distância, um desapego.
Até que surge um novo momento.
De tudo um pouco, na sobriedade, estava louco.
E em curtos momentos, você tacava fogo.
Não creio que haja muita razão mas pura e simplesmente emoção.
Desta quentura toda, urge a menina vulcão.
Mais e mais momentos à flor da pele.
Do fogo, nasce a sensualidade.
Do selo, a certeza.
É, mais do que imaginei, você não é uma pessoa qualquer.
Tens o meu respeito, a minha palavra, o meu carinho, a minha afeição.
É menina, pode ter certeza, você está no meu coração.
Nada mais nada menos que a minha menina vulcão."

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