Ausente dos textos eu enfim pude refletir e pensar.
Não, eu não estou bem.
Não, eu não estou feliz.
É verdade.
Há uma pressão.
Uma pressão que outrora era indiferente para mim.
Hoje não mais.
Tá certo que essas recaídas vem após noites mal bebidas, digo, dormidas.
Mas se há como cair, é que existem motivos para isso.
Essa é a tristeza.
Essa é a pressão.
Algumas pressões são boas.
Pressões naquilo que confiamos, é gostoso.
E nada mais saboroso e convidativo aplacar essa pressão.
Já pressões em coisas que não nos sentimos à vontade, é azedo.
O medo de dar o passo, o medo do erro, o medo da resposta, o medo da repressão.
Porém, ao passo dado, o acerto medido, a resposta positiva, a liberdade.
O correto te leva nas nuvens, o errado te põe sob o solo.
A pressão azeda é a mais cruel, a mais ínfima.
E hoje sinto-me azedado pela minha mente.
Acuado e a mercê dela.
Sob os olhos do receio, estaria eu disposto a mudar?
Porém, até mudar é algo digno de pressão.
Enfim, vida... que se segue.
Pressionada, mas continua.
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