"Novamente me pego olhando para os Céus.
Céus esses que são o meu chão.
Desenho seu rosto com as estrelas e me vem a certeza.
De que, mesmo no passado, você talvez seja o meu presente.
Planejo o presente para que haja meu futuro.
Remeto novamente aos Céus.
E lá, o retrato do seu rosto, como se estivesse sendo desenhada.
Na Lua, cheia, a brancura e a beleza de seu rosto, a personificação da inocência sublime.
E as estrelas como se fosse o córrego de seus cabelos, brilhosos em pontos estelares mas escuros e macios em sua maioria.
Não dá pra negar, não posso negar.
Você foi, é e sempre será, parte do meu Céu."
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